A frase que faz o título, atribuída a um jornalista e escritor brasileiro do século passado, reflecte o carácter de quem corrompe ou se deixa corromper, mas fica longe de explicar a dimensão social e económica de um fenómeno que se estima poder mexer em Portugal com milhares de milhões de euros anualmente. Hoje assinala-se o Dia Internacional contra a Corrupção e, neste episódio, conversamos com Micael Pereira, jornalista do Expresso e membro do Consórcio Internacional de Jornalistas de Investigação.

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