Relatores de uma inspecção feita ao Departamento Central de Investigação e Ação Penal revelam que apenas uma pequena parte das milhares de comunicações que são feitas por bancos e outras entidades com suspeitas de branqueamento de capitais é investigada. Falta de regulamento e de organização são outras críticas que se podem ler no relatório. O procurador Rosário Teixeira é um dos visados pelas críticas. Neste episódio, conversamos com o jornalista de investigação do Expresso Micael Pereira.

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