As oposições, nem com debates de urgência, nem com moções de censura, conseguem competir mediaticamente com a fragmentação interna que está em curso no PS. Será um processo demorado, com epílogo previsto para o congresso de 2025, mas a ala esquerda do partido está em movimento e uma máquina com este peso político é difícil de parar. Ninguém quer precipitar-se, mas a incerteza é a principal marca do futuro. Neste episódio, conversamos com David Dinis, director-adjunto do Expresso.

Volta a não haver pressa no PS, mas até parece que o tempo andou para trás
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Já é a inteligência artificial e os seus algoritmos que gerem as suas poupanças para a reforma
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David Dinis: “Veremos se o governo vai para as negociações no Parlamento mais disposto em ceder ao Chega do que esteve em ceder à UGT”
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