As oposições, nem com debates de urgência, nem com moções de censura, conseguem competir mediaticamente com a fragmentação interna que está em curso no PS. Será um processo demorado, com epílogo previsto para o congresso de 2025, mas a ala esquerda do partido está em movimento e uma máquina com este peso político é difícil de parar. Ninguém quer precipitar-se, mas a incerteza é a principal marca do futuro. Neste episódio, conversamos com David Dinis, director-adjunto do Expresso.

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