Marcelo Rebelo de Sousa marcou, como se esperava, as eleições legislativas para 30 de Janeiro e argumentou com a necessidade de ter os debates televisivos fora da época festiva. Sobre o tempo de que precisam os partidos de Direita para se organizar nada disse, mas apontou responsabilidades à Esquerda pela crise. E também nada disse sobre os seus super-poderes fiscalizadores, com o Parlamento dissolvido e o governo em plenas funções. Recebemos a visita da jornalista Ângela Silva

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