No fim-de-semana, mais um jogador foi vítima de racismo. Os casos sucedem-se e pouco é feito para que as coisas mudem de facto. O presidente do Sindicato de jogadores, Joaquim Evangelista, põe o dedo na ferida e diz que há muita hipocrisia no modo como o assunto é tratado no futebol. Sobre esta matéria, nem Pedro Proença, presidente da Liga, nem João Paulo Correia, novo secretário de Estado, arranjaram tempo e disponibilidade para falar. Não parece haver urgência.

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