A ARCO Madrid terminou ontem, com uma forte presença portuguesa (17 galeristas). Se nem a pandemia interrompeu a maior feira de arte da Península Ibérica, mostrando-se uma vez mais em forma de máscara, a guerra que chegou à Ucrânia no dia da abertura da feira, não se fez notar. É provável que muitas das obras a apresentar no próximo ano acabem opor reflectir o momento que vivemos. Por agora, o mundo não pára e a arte continua a ser feita por artistas de todos os continentes e comprada por colecionadores de todo o mundo

Pedro Matos Soares: “Em Portugal morria-se de frio, agora morre-se de calor”
14:28

É preciso apostar na prevenção para salvar o SNS
15:24

Papa actualiza a doutrina social da Igreja, por contraponto ao paradoxo da Inteligência Artificial
15:47