A ARCO Madrid terminou ontem, com uma forte presença portuguesa (17 galeristas). Se nem a pandemia interrompeu a maior feira de arte da Península Ibérica, mostrando-se uma vez mais em forma de máscara, a guerra que chegou à Ucrânia no dia da abertura da feira, não se fez notar. É provável que muitas das obras a apresentar no próximo ano acabem opor reflectir o momento que vivemos. Por agora, o mundo não pára e a arte continua a ser feita por artistas de todos os continentes e comprada por colecionadores de todo o mundo

Quando se trata de lavar dinheiro, Portugal lava mais branco?
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Para que serve o movimento de Lula e de Sanches? A esquerda vai assumir a polarização para acabar com a hegemonia da direita?
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Volta a não haver pressa no PS, mas até parece que o tempo andou para trás
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