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O interesse público não foi defendido, mas o dinheiro já não volta

 

A auditoria do Tribunal de Contas considerou que o governo, o Banco de Portugal e o Fundo de Resolução não salvaguardaram o interesse público na relação com o Novo Banco e deu conta que foram vendidas como pechinchas ativos que os compradores revenderam com muitos ganhos. São apontadas responsabilidades a todos os intervenientes no processo, mas os 3,4 mil milhões de euros foram transferidos para cumprir rácios de capital do Novo Banco e assim vão continuar. Neste episódio, conversamos com o jornalista Digo Cavaleiro.