A actuação do Presidente no caso dos abusos de menores na Igreja Católica suscitou um coro de críticas e levou a que o primeiro-ministro sentisse necessidade de vir apoiar Marcelo. Duas das mais altas figuras do Estado, que se afirma laico, uniram-se porque o Presidente da República seguiu uma estratégia de desvalorização que é defendida por uma parte da hierarquia da Igreja. Estará Costa a defender o normal funcionamento das instituições? É o que defende Eunice Lourenço, editora de Política do Expresso.

Volta a não haver pressa no PS, mas até parece que o tempo andou para trás
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Já é a inteligência artificial e os seus algoritmos que gerem as suas poupanças para a reforma
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David Dinis: “Veremos se o governo vai para as negociações no Parlamento mais disposto em ceder ao Chega do que esteve em ceder à UGT”
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