Em Novembro de 2015, as secretas portuguesas decidiram pedir ao Ministério Público que investigasse um dos seus espiões, denunciado por uma congénere europeia por estar a fazer contra-espionagem para a Rússia. Seis meses depois, em Roma, o agente do SIS foi detido em flagrante delito a vender segredos de Estado e da NATO a um espião russo. A história deste espião que gostava do frio é recordava na revista do Expresso por Hugo Franco e é com ele que fazemos este episódio de domingo.

É preciso apostar na prevenção para salvar o SNS
15:24

Papa actualiza a doutrina social da Igreja, por contraponto ao paradoxo da Inteligência Artificial
15:47

A tensão cresce entre os palácios ou o “puxão de orelhas” de Seguro é natural na coabitação?
16:16