Em Novembro de 2015, as secretas portuguesas decidiram pedir ao Ministério Público que investigasse um dos seus espiões, denunciado por uma congénere europeia por estar a fazer contra-espionagem para a Rússia. Seis meses depois, em Roma, o agente do SIS foi detido em flagrante delito a vender segredos de Estado e da NATO a um espião russo. A história deste espião que gostava do frio é recordava na revista do Expresso por Hugo Franco e é com ele que fazemos este episódio de domingo.

Dia Mundial do Autismo: João, um super-herói que deseja as mesmas coisas que qualquer um de nós
13:04

Realidade mostra que percepção de insegurança não se justifica
15:11

“Trump negoceia com com o dedo no gatilho de uma arma apontada à cabeça dos iranianos”
14:41