Nem santos, nem pecadores: um orçamento que é para todos mas não será de ninguém
O Orçamento do Estado (OE) para 2024 está aprovado. Foi para isto que o Presidente adiou a demissão do governo. A dissolução do Parlamento acontecerá em Janeiro e as eleições a 10 de Março. O centro-direita se chegar ao poder já prometeu mudar as contas do país, apresentando um orçamento retificativo. Se o candidato a primeiro-ministro do PS for Pedro Nuno Santos e se formar governo, em coerência, também deverá fazer alterações. O OE que toda a gente queria aprovado em 2023, vai vigorar em metade de 2024 e depois logo se verá. Neste episódio, conversamos com o editor de Economia do Expresso, João Silvestre.
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