Há 20, 30 anos, ter um “canudo” dava acesso quase garantido a um emprego bem pago e estável, compatível com a qualificação académica. Hoje, não faltam jovens altamente qualificados para quem esses bons empregos só existem para “ver por um canudo”. Chama-se sobre-qualificação e foi um dos fenómenos analisados na conferência “O futuro do Trabalho Visto pelos Jovens”. Neste episódio, conversamos com Paulo Marques, coordenador do Observatório do Emprego Jovem, professor do ISCTE. Há alguma coisa a mudar para melhor, mas pouco

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