Gaza pode ser o exemplo máximo da desumanidade com que um exército altamente poderoso massacra um povo indefeso, não é seguramente um exemplo único. Nem as guerras, desiguais no poder das partes, são uma coisa de agora ou sequer acontecem agora como nunca aconteceram. Mas há alguma coisa de diferente ou a remeter a memória para tempos sombrios, com o crescimento das autocracias, que parecem normalizar a violência, a brutalidade… como se um povo só pudesse sobreviver se outro morresse para o salvar. Há demasiado poder a ser entregue nas mãos de um só homem. Realidade que se repete a leste e oeste, no norte e no sul. O regresso dos portugueses que estiveram na flotilha, que tentou chegar a Gaza com ajuda humanitária, serve de pretexto para uma conversa com o filósofo e ensaísta José Gil sobre o mundo em que vivemos hoje.

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