José Mário Branco cantava que “a cantiga é uma arma” e a música de intervenção tem uma longa tradição, mas não se pode dizer que a canção da Ucrânia que venceu a Eurovisão se insira nesta categoria. O Festival foi usado como arma, pelas opiniões públicas da maioria dos países que quiseram ser solidárias com a Ucrânia e enviar uma mensagem à Rússia. Hackers russos bem tentaram boicotar o evento, mas falharam. Neste episódio, conversamos com o director-adjunto do Expresso, responsável editorial da BLITZ, Miguel Cadete.

Pedro Matos Soares: “Em Portugal morria-se de frio, agora morre-se de calor”
14:28

É preciso apostar na prevenção para salvar o SNS
15:24

Papa actualiza a doutrina social da Igreja, por contraponto ao paradoxo da Inteligência Artificial
15:47