José Mário Branco cantava que “a cantiga é uma arma” e a música de intervenção tem uma longa tradição, mas não se pode dizer que a canção da Ucrânia que venceu a Eurovisão se insira nesta categoria. O Festival foi usado como arma, pelas opiniões públicas da maioria dos países que quiseram ser solidárias com a Ucrânia e enviar uma mensagem à Rússia. Hackers russos bem tentaram boicotar o evento, mas falharam. Neste episódio, conversamos com o director-adjunto do Expresso, responsável editorial da BLITZ, Miguel Cadete.

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