A Ucrânia conseguiu num tempo recorde, pouco mais de três meses, o estatuto de país candidato, mas isso não significa que existe uma carta branca para acelerar todo o processo. António Costa foi dos últimos a desistir dos avisos a Kiev para que não caia na ilusão de um facilitismo que não se vai repetir quando chegar a hora de negociar em concreto cada um dos dossiês. A PAC será, por certo, um dos mais complexos. Vão passar muitos anos até que a Ucrânia seja um Estado-membro da União Europeia. Neste episódio, conversamos com Susana Frexes, correspondente do Expresso e da SIC em Bruxelas.

Para que serve o movimento de Lula e de Sanches? A esquerda vai assumir a polarização para acabar com a hegemonia da direita?
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Volta a não haver pressa no PS, mas até parece que o tempo andou para trás
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Já é a inteligência artificial e os seus algoritmos que gerem as suas poupanças para a reforma
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