Crianças e adolescentes voltam a ver a sua vida alterada por causa da pandemia. As novas medidas restritivas são razoáveis e equilibradas, mas para quem está há quase dois anos privado de viver uma vida normal é mais uma machadada numa infância ou adolescência que deveria ser vivida de outra maneira. Que marcas ficam para o futuro? O que devemos fazer para atenuar as dificuldades? Conversamos com a vice-presidente da Ordem dos Psicólogos Portugueses, Sofia Ramalho.

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