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“Escravos do rio” em negócio ilegal de milhões

 

Uma reportagem do Expresso, do final de 2017, dava conta de uma rede ilegal na apanha da amêijoa japonesa no estuário do Tejo. Os autores desse trabalho jornalístico chamaram-lhe “Escravos do rio”. Ontem foi desmantelada uma outra rede, mostrando que, em seis anos, pouco ou nada mudou. Neste episódio, conversamos com Raquel Moleiro, a jornalista que fez a reportagem.