Hoje é o Dia da Liberdade. O que fazemos com ela? O que fizemos com ela de 1974 até agora? Que perigos a rodeiam num tempo em que a extrema-direita cresce em toda a Europa, impulsionada pela vitória de Donald Trump.
Se são os que no exercício do poder mais violentam a liberdade de quem pensa diferente, como Bolsonaro ou Trump, a usar o território democrático para se apresentarem como defensores de todas as liberdades, pode acontecer que a Liberdade esteja a precisar de quem a defenda de si própria?
Temos de saber antes demais o que falhou. O que define liberdade? Que expectativas criamos à volta do que ela nos podia dar e não foi cumprido.
Para que os extremismos, a que José Gil chama neofascismos, cresçam é preciso que as relações de uns com os outros não floresçam num mundo harmonioso, como prometia a modernidade, diz-nos o filósofo e ensaísta com quem fizemos uma viagem à procura de perceber a liberdade, conversa que vamos poder ouvir na integra no dia 1 de Maio.
Por agora, neste 25 de abril, propomos que escute um pequeno trecho dessa viagem. Um espaço onde José Gil fala da decência que é posta em causa pela grosseria e brutalidade, porque a vocação dos neofascistas é rebentar com aquilo que a liberdade prometia.

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