O Expresso foi para o terreno com uma equipa de repórteres para fazer o retrato da dimensão dos estragos provocados pela tempestade Kristin, medir o poder do voluntariado da sociedade civil e escrutinar a acção do Estado.
A cada evento climático extremo, como aconteceu com os fogos em 2017 ou com a tempestade Kristin a semana passada, o país descobre-se impreparado. O que falhou então voltou a falhar agora. Pomos as mãos ao céu para que não volte a acontecer, mas é do céu que se esperam mais más notícias nos próximos dias. Vamos pelas mãos dos repórteres, ouvindo o que os olhos deles viram.

Se olharmos para a agenda cultural, podemos acreditar que o mundo vai no caminho certo
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Eleitores do PSD dizem “não é não” a André Ventura, mas ele cresce e está à frente de Seguro no eleitorado de direita
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Porque foi tão violenta a tempestade Kristin? Devemos esperar outras iguais do comboio de tempestades que está no Atlântico?
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