Marcelo Rebelo de Sousa está de novo numa fase que comenta tudo o que acontece e, assim, a palavra do Presidente da República desvaloriza. Foi isso que aconteceu, tanto por parte do PS como da oposição, quando lembrou no 5 de Outubro que mantém o poder de dissolução e que nada, em Democracia, é eterno. Ângela Silva já tinha escrito, duas semanas antes, um texto no Expresso onde esta hipótese era abordada. É com ela que conversamos neste episódio.

Volta a não haver pressa no PS, mas até parece que o tempo andou para trás
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Já é a inteligência artificial e os seus algoritmos que gerem as suas poupanças para a reforma
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David Dinis: “Veremos se o governo vai para as negociações no Parlamento mais disposto em ceder ao Chega do que esteve em ceder à UGT”
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