A “crise de credibilidade do Governo”, provocada por “uma série de episódios e descoordenações” levaram Jorge Sampaio a dissolver a Assembleia da República, mesmo havendo uma maioria absoluta a defender a manutenção do governo que caiu em 2004. Ao primeiro-ministro de então faltava a legitimidade do poder conquistado nas urnas, a maioria tinha sido conquistada por Durão Barroso e Paulo Portas. Neste episódio, conversamos com Pedro Santana Lopes.

Volta a não haver pressa no PS, mas até parece que o tempo andou para trás
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Já é a inteligência artificial e os seus algoritmos que gerem as suas poupanças para a reforma
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David Dinis: “Veremos se o governo vai para as negociações no Parlamento mais disposto em ceder ao Chega do que esteve em ceder à UGT”
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