Artur Pires de Lima virou as costas ao banco do avô Artur Cupertino de Miranda e, como nenhum outro português, moveu-se por entre as fortunas e os maiores negócios de arte da Europa, dos EUA e até do Xá da Pérsia. A ligação nuclear ao crítico alemão Heinz Berggruen ajudou-o a construir uma carreira como negociante de arte. Para contar esta história carregada de glamour, conversamos com a jornalista e escritora Joana Leitão de Barros.

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