António Costa recuperou o lugar de secretário de Estado-adjunto do primeiro-ministro para ter alguém que o ajudasse na coordenação política, num governo que acumulava casos atrás de casos. Dois meses depois, o caso é o próprio secretário de Estado, que até já abriu uma brecha no PS, de onde também surgem criticas directas e pedidos de demissão de Miguel Alves. Qual é a regra que o primeiro-ministro aplica a casos de governantes investigados pela justiça? Neste episódio, conversamos com David Dinis, director-adjunto do Expresso.

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