Seja quem for o futuro líder do PSD, tem perante si as piores circunstâncias possíveis para recuperar o tempo perdido por Rui Rio nos últimos quatro anos. A longa travessia laranja no deserto pede os maiores sacrifícios a Luís Montenegro ou a Jorge Moreira da Silva, um deles chegará a presidente do partido. No CDS, o caso é mais grave. O relógio parou, o partido está fora do tempo, e regressar ao compasso é uma missão quase impossível.

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