O primeiro-ministro quer uma maioria sem pronunciar a palavra “absoluta”, diz que entrámos num ciclo novo, que os ex-parceiros já não desejam uma “geringonça” e até nem fecha a porta a soluções com o PSD. Na entrevista à RTP, António Costa pede a chave do poder, mas continua a dizer que está aberto a usar apenas a maçaneta, resta saber com quem. Enquanto isso, o CDS consolida o seu processo em direção ao abismo e o PSD consegue sair por cima de um Conselho Nacional que se temia mais “picado”: falta agora perceber se o palco dos próximos meses será bem usado pelos dois candidatos a líder

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