Temos um primeiro-ministro que transformou um caso de escrutínio pessoal numa prova de vida do seu governo, um líder da oposição equidistante, que não confia, nem censura. E um Presidente da República que já nem atende o telefone ao primeiro-ministro. Ingredientes de uma crise política que parecia ter sido contida no fim da noite de sábado, mas não se sabe como irá acabar.

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