No momento em que lança novo álbum, “Não Sei do que É que se Trata, mas Não Concordo”, Vitorino estreia-se no Posto Emissor na véspera dos 50 anos do 25 de Abril para recordar o dia da Revolução dos Cravos, os tempos em que cantou nas ruas de Paris, a infância musical no Alentejo e a amizade com José Afonso. No podcast da BLITZ, falamos também sobre os novos álbuns de Taylor Swift e Pearl Jam.

Iolanda: “Estou a cantar o hino de mão dada com o Vitorino na Supertaça e começo a pensar: ‘e se for parar ao Extremamente Desagradável?’”
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Margarida Campelo: “A minha mãe era a Leopoldina. E eu cantava: ‘Bem-vindos ao mundo encantado...’ Chegava à escola e dizia: ‘sabes quem canta isto? Sou eu!’”
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Os mais ouvidos de 2026, com António Manuel Ribeiro: “Num dia de concerto, um músico disse-me: ‘Tó, tens de me emprestar uma guitarra porque vendi a minha esta noite.’ A heroína entrou nos UHF”
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