Acaba de editar um novo álbum, “Foz”, e prepara-se para levá-lo, em dezembro, a grandes palcos de Lisboa e Porto: Tiago Bettencourt regressa ao Posto Emissor para falar da temporada num chalé na Suíça que fez despontar as novas canções, do (muito) hipotético regresso dos Toranja e de como as redes sociais atiraram o ser humano para uma crise de identidade. No 258º episódio do podcast da BLITZ, temos ainda o regresso dos Foo Fighters, os prémios Grammy e a despedida de Sei Miguel.

Iolanda: “Estou a cantar o hino de mão dada com o Vitorino na Supertaça e começo a pensar: ‘e se for parar ao Extremamente Desagradável?’”
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Margarida Campelo: “A minha mãe era a Leopoldina. E eu cantava: ‘Bem-vindos ao mundo encantado...’ Chegava à escola e dizia: ‘sabes quem canta isto? Sou eu!’”
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Os mais ouvidos de 2026, com António Manuel Ribeiro: “Num dia de concerto, um músico disse-me: ‘Tó, tens de me emprestar uma guitarra porque vendi a minha esta noite.’ A heroína entrou nos UHF”
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