Celebra 20 anos de percurso musical com um concerto especial no Coliseu de Lisboa, em novembro, e quando se prepara para editar uma versão deluxe do mais recente álbum, “Soma”, Branko regressa ao Posto Emissor para falar dos tempos em que Lisboa era uma cidade mais inspiradora, do eventual regresso dos Buraka Som Sistema e das saudades de Sara Tavares. No episódio desta semana, temos também novidades dos Xutos & Pontapés, Globos de Ouro e o disco de estreia do fadista Sérgio Onze.

Iolanda: “Estou a cantar o hino de mão dada com o Vitorino na Supertaça e começo a pensar: ‘e se for parar ao Extremamente Desagradável?’”
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Margarida Campelo: “A minha mãe era a Leopoldina. E eu cantava: ‘Bem-vindos ao mundo encantado...’ Chegava à escola e dizia: ‘sabes quem canta isto? Sou eu!’”
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Os mais ouvidos de 2026, com António Manuel Ribeiro: “Num dia de concerto, um músico disse-me: ‘Tó, tens de me emprestar uma guitarra porque vendi a minha esta noite.’ A heroína entrou nos UHF”
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