Paulo Bragança, que acaba de lançar um disco com canções de Adriano Correia de Oliveira, é o convidado do Posto Emissor, podcast no qual falou sobre o concerto no FMM de Sines, na próxima semana, mas também de um passado rico em viagens e aventuras. A época em que viveu num castelo na Irlanda, o disco editado pela editora de David Byrne e a “mesmice” do panorama musical atual foram alguns dos temas abordados. Falamos ainda dos festivais de verão e do disco novo dos Interpol.

Margarida Campelo: “A minha mãe era a Leopoldina. E eu cantava: ‘Bem-vindos ao mundo encantado...’ Chegava à escola e dizia: ‘sabes quem canta isto? Sou eu!’”
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Os mais ouvidos de 2026, com António Manuel Ribeiro: “Num dia de concerto, um músico disse-me: ‘Tó, tens de me emprestar uma guitarra porque vendi a minha esta noite.’ A heroína entrou nos UHF”
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“Não sou menos artista por ser feliz. O lado negro da Milhanas ainda existe mas o caminho agora é outro”
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