Na pausa de agosto do Posto Emissor, recordamos algumas das edições mais ouvidas do podcast da BLITZ ao longo do ano. Convidado em fevereiro, quando completou 70 anos de vida, Rui Reininho, o homem que nos GNR nos deu ‘Bellevue’ ou ‘Morte ao Sol’, percorre memórias que começam na infância feliz mas solitária no Porto e viajam para paragens tão inesperadas como Cambridge, Bissau e os Himalaias. Vale a pena ouvir.
A 28 de fevereiro último, dia em que completou 70 anos, Rui Reininho foi o convidado de luxo do Posto Emissor, uma edição que agora recordamos no momento de pausa estival do podcast da BLITZ. O artista lembrou a infância no Porto, as primeiras extravagâncias, as viagens pela Europa, as aventuras na estrada (e além-fronteiras) dos GNR, não se furtando a uma grande variedade de “impressões digitais”, nomeadamente quando olha com particular acutilância para as parvoíces de um mundo que, porém, não quer deixar tão cedo.
Foi uma das edições do Posto Emissor mais ouvidas de 2025: recordamo-la agora que chegamos à pausa de agosto do podcast da BLITZ.

Iolanda: “Estou a cantar o hino de mão dada com o Vitorino na Supertaça e começo a pensar: ‘e se for parar ao Extremamente Desagradável?’”
1:35:21

Margarida Campelo: “A minha mãe era a Leopoldina. E eu cantava: ‘Bem-vindos ao mundo encantado...’ Chegava à escola e dizia: ‘sabes quem canta isto? Sou eu!’”
1:18:08

Os mais ouvidos de 2026, com António Manuel Ribeiro: “Num dia de concerto, um músico disse-me: ‘Tó, tens de me emprestar uma guitarra porque vendi a minha esta noite.’ A heroína entrou nos UHF”
1:31:13