Na pausa de agosto do Posto Emissor, recordamos algumas das edições mais ouvidas ao longo do ano. Convidado em março, Tony Carreira passou pelo podcast da BLITZ para uma conversa sobre o novo álbum que lançará no final do ano, o amor surpreendente pelo heavy metal, as acusações de plágio de que foi alvo ou a dor provocada pela perda da filha Sara.
No início de março, pouco antes de dois concertos na Meo Arena, Tony Carreira veio ao Posto Emissor falar sobre o álbum que está a preparar, e que deverá ver a luz do dia no final do ano, que contém um dueto com Mariza já editado. O seu amor confesso por heavy metal (e os AC/DC), as memórias de infância em Paris, as acusações de plágio de que foi alvo ou a dor que sente pela perda da filha foram outros assuntos abordados pelo artista de 61 anos.
Foi uma das edições do Posto Emissor mais ouvidas de 2025: recordamo-la agora que chegamos à pausa de agosto do podcast da BLITZ.

Iolanda: “Estou a cantar o hino de mão dada com o Vitorino na Supertaça e começo a pensar: ‘e se for parar ao Extremamente Desagradável?’”
1:35:21

Margarida Campelo: “A minha mãe era a Leopoldina. E eu cantava: ‘Bem-vindos ao mundo encantado...’ Chegava à escola e dizia: ‘sabes quem canta isto? Sou eu!’”
1:18:08

Os mais ouvidos de 2026, com António Manuel Ribeiro: “Num dia de concerto, um músico disse-me: ‘Tó, tens de me emprestar uma guitarra porque vendi a minha esta noite.’ A heroína entrou nos UHF”
1:31:13