No festivo mês de junho, o Posto Emissor teve como convidada uma cantora omnipresente em festas e arraiais: Rosinha. Do duplo sentido das suas canções às memórias de momentos inusitados em concertos, a intérprete de tantos êxitos ‘marotos’ da música popular falou-nos ainda sobre a dor provocada pela morte do pai e a fotossensibilidade que a obriga a usar sempre óculos escuros. Foi um dos episódios mais ouvidos de 2025 do Posto Emissor, que agora recordamos.

João Melo (A Fúria do Açúcar): “Passei grande parte da vida a tentar agradar, não me sentia integrado em nada. Experimentei substâncias, mas davam-me dor de cabeça”
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António Manuel Ribeiro: “Um dia o Júlio Isidro diz: ‘Chega, temos de tirar os UHF do 1º lugar’. Fiquei muito chateado, mas nunca disse nada”
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Carlos Mendes: “Eu estava em cuecas, à procura das calças, vejo um vulto passar e digo: ‘este gajo é o Paul McCartney de certeza absoluta’”
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