No festivo mês de junho, o Posto Emissor teve como convidada uma cantora omnipresente em festas e arraiais: Rosinha. Do duplo sentido das suas canções às memórias de momentos inusitados em concertos, a intérprete de tantos êxitos ‘marotos’ da música popular falou-nos ainda sobre a dor provocada pela morte do pai e a fotossensibilidade que a obriga a usar sempre óculos escuros. Foi um dos episódios mais ouvidos de 2025 do Posto Emissor, que agora recordamos.

Iolanda: “Estou a cantar o hino de mão dada com o Vitorino na Supertaça e começo a pensar: ‘e se for parar ao Extremamente Desagradável?’”
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Margarida Campelo: “A minha mãe era a Leopoldina. E eu cantava: ‘Bem-vindos ao mundo encantado...’ Chegava à escola e dizia: ‘sabes quem canta isto? Sou eu!’”
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Os mais ouvidos de 2026, com António Manuel Ribeiro: “Num dia de concerto, um músico disse-me: ‘Tó, tens de me emprestar uma guitarra porque vendi a minha esta noite.’ A heroína entrou nos UHF”
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