No festivo mês de junho, o Posto Emissor teve como convidada uma cantora omnipresente em festas e arraiais: Rosinha. Do duplo sentido das suas canções às memórias de momentos inusitados em concertos, a intérprete de tantos êxitos ‘marotos’ da música popular falou-nos ainda sobre a dor provocada pela morte do pai e a fotossensibilidade que a obriga a usar sempre óculos escuros. Foi um dos episódios mais ouvidos de 2025 do Posto Emissor, que agora recordamos.

Mitó: “Nos anos 90, ser jovem e cantar fado era como ter 20 anos e cantar pimba”
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Dino D’Santiago: “Como é que alguém pode dizer que eu não amo Portugal? Amo este país mais do que tudo”
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Primitive Reason: “Cabiam 300 e de repente havia pessoas por cima de pessoas. Penduradas no candelabro, na porta da casa de banho...”
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