A duas semanas de voltar ao festival Caixa Alfama, Marco Rodrigues estreia-se no Posto Emissor. Ainda com o álbum “Canta Carlos do Carmo” na estrada, o fadista recorda a infância a percorrer romarias com o pai e a adolescência a ouvir Scorpions e Nirvana, desmistificando, também, a ideia de que ter canções em novelas é a sorte grande de um cantor. No 249º podcast da BLITZ, falamos ainda sobre os Radiohead e os MTV VMAs.

Iolanda: “Estou a cantar o hino de mão dada com o Vitorino na Supertaça e começo a pensar: ‘e se for parar ao Extremamente Desagradável?’”
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Margarida Campelo: “A minha mãe era a Leopoldina. E eu cantava: ‘Bem-vindos ao mundo encantado...’ Chegava à escola e dizia: ‘sabes quem canta isto? Sou eu!’”
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Os mais ouvidos de 2026, com António Manuel Ribeiro: “Num dia de concerto, um músico disse-me: ‘Tó, tens de me emprestar uma guitarra porque vendi a minha esta noite.’ A heroína entrou nos UHF”
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