Na pausa de agosto do Posto Emissor, recordamos algumas das edições mais ouvidas do podcast da BLITZ ao longo do ano. Convidada em abril, quando acabara de publicar o seu primeiro romance, “Nem Todas as Árvores Morrem de Pé”, Luísa Sobral falou-nos da inspiração do seu livro, a sua ligação com a fé, mas também o percurso musical iniciado há 17 anos que teve em ‘Amar pelos Dois’, canção que compôs para o irmão Salvador, um ponto altíssimo.
A 17 de abril último, pouco tempo depois da edição de “Nem Todas as Árvores Morrem de Pé”, o seu primeiro romance, Luísa Sobral foi a convidada do Posto Emissor, uma edição que agora recordamos no momento de pausa estival do podcast da BLITZ.
A inspiração do livro, que a autora encontrou numa história verídica passada em Vila Real, onde um casal de idosos alemães se suicidou em conjunto, foi um dos temas da conversa com a cantora e compositora. A ligação de Luísa Sobral com a religião e a fé, a forma como encara a morte - e que mudou depois de começar a fazer voluntariado numa unidade de cuidados paliativos -, a viagem que fez à China e o dia em que escreveu ‘Amar pelos Dois’, canção que, na voz do seu irmão Salvador Sobral, ganhou o Festival da Eurovisão em 2017, foram também abordados.
Foi uma das edições do Posto Emissor mais ouvidas de 2025: recordamo-la agora que chegamos à pausa de agosto do podcast da BLITZ.

Fernando Ribeiro (Moonspell): “O Ricardo Araújo Pereira telefonou-me a dizer que queria uma versão heavy metal do Noddy. Eu não tinha filhos e fui ver o que era”
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Bárbara Tinoco: “Há unicórnios como a Carolina Deslandes, que adora estar grávida, e depois eu, que odiei. Liguei-lhe a dizer ‘isto não é o que me vendeste’”
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Teresinha Landeiro: “Vi metaleiros a chorar no meu concerto no Alive. Às tantas estou a cantar um fado super pesado e dramático e eles a abanar a cabeça”
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