Em janeiro de 2023, Marco Paulo, que esta quinta-feira morreu, veio ao podcast da BLITZ falar do impacto do seu sucesso, das críticas que sempre recebeu da ‘polícia’ do bom gosto, do amor incondicional que sentiu pela mãe e da mágoa pela duradoura frieza do pai. Uma conversa franca com uma das mais bem-sucedidas vozes da canção portuguesa, que nos deixou aos 79 anos.
O orgulho pelos primeiros feitos, os episódios da infância e adolescência vividas em vários locais do país - de Celorico de Basto ao Barreiro -, a cumplicidade com os irmãos, o pouco carinho que diz ter recebido do pai, “o sr. Silva”, homem de poucos afetos, e uma carreira nos palcos conquistada com “muito trabalho”, ausência completa de descanso e alguma solidão, foram desfilados com franqueza.

Iolanda: “Estou a cantar o hino de mão dada com o Vitorino na Supertaça e começo a pensar: ‘e se for parar ao Extremamente Desagradável?’”
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Margarida Campelo: “A minha mãe era a Leopoldina. E eu cantava: ‘Bem-vindos ao mundo encantado...’ Chegava à escola e dizia: ‘sabes quem canta isto? Sou eu!’”
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Os mais ouvidos de 2026, com António Manuel Ribeiro: “Num dia de concerto, um músico disse-me: ‘Tó, tens de me emprestar uma guitarra porque vendi a minha esta noite.’ A heroína entrou nos UHF”
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