A uma semana de editar “Zeitgeist”, o novo álbum, Legendary Tigerman regressa ao Posto Emissor para falar sobre as influências e colaborações do disco, mas também do seu trabalho em bandas sonoras, dos almoços com o realizador Gus Van Sant, dos tempos dos Tédio Boys ou da libertação da masculinidade tóxica do rock. No podcast da BLITZ, debruçamo-nos ainda sobre as nomeações portuguesas para os Grammys latinos e a entrevista que fizemos a Benjamin Clementine

Margarida Campelo: “A minha mãe era a Leopoldina. E eu cantava: ‘Bem-vindos ao mundo encantado...’ Chegava à escola e dizia: ‘sabes quem canta isto? Sou eu!’”
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Os mais ouvidos de 2026, com António Manuel Ribeiro: “Num dia de concerto, um músico disse-me: ‘Tó, tens de me emprestar uma guitarra porque vendi a minha esta noite.’ A heroína entrou nos UHF”
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“Não sou menos artista por ser feliz. O lado negro da Milhanas ainda existe mas o caminho agora é outro”
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