Depois de editar “Invisível”, o primeiro álbum em português, Isaura vem ao Posto Emissor falar de canções de “amor e esperança”, da experiência de viver sem redes sociais e de como lidou com o diagnóstico de cancro da mama. No podcast da BLITZ, debruçamo-nos também sobre o concerto dos Rammstein em Lisboa, as histórias do festival de Glastonbury e a conversa que tivemos com o líder dos Queens of the Stone Age

Margarida Campelo: “A minha mãe era a Leopoldina. E eu cantava: ‘Bem-vindos ao mundo encantado...’ Chegava à escola e dizia: ‘sabes quem canta isto? Sou eu!’”
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Os mais ouvidos de 2026, com António Manuel Ribeiro: “Num dia de concerto, um músico disse-me: ‘Tó, tens de me emprestar uma guitarra porque vendi a minha esta noite.’ A heroína entrou nos UHF”
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“Não sou menos artista por ser feliz. O lado negro da Milhanas ainda existe mas o caminho agora é outro”
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