Há 28 anos, a coletânea “Rapública” ajudou o hip-hop português a afirmar-se. Hernâni Miguel, um dos arquitetos do projeto, fala ao Posto Emissor sobre o seu importante legado, os loucos anos 80 e 90 e de como a noite lisboeta já não é o que era. No podcast da BLITZ, debruçamo-nos ainda sobre as polémicas do mundial do Catar e o novo livro de Nick Cave.

Margarida Campelo: “A minha mãe era a Leopoldina. E eu cantava: ‘Bem-vindos ao mundo encantado...’ Chegava à escola e dizia: ‘sabes quem canta isto? Sou eu!’”
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Os mais ouvidos de 2026, com António Manuel Ribeiro: “Num dia de concerto, um músico disse-me: ‘Tó, tens de me emprestar uma guitarra porque vendi a minha esta noite.’ A heroína entrou nos UHF”
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“Não sou menos artista por ser feliz. O lado negro da Milhanas ainda existe mas o caminho agora é outro”
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