Nativo de Mafamude, Gaia, não é apenas um “homem da rádio”, apesar de não desdenhar ficar conhecido apenas pelo meio onde, garante, sempre foi mais livre. Mantém há 30 anos um concurso de talentos musicais, inventou eventos que envolvem barcos a remos e ideias “idiotas”, acaba de publicar um livro sobre o que aprendeu no amor, passa discos porque é preciso pagar o resto. Quase tudo cabe numa conversa onde o frenético comunicador confessa que já recorreu à música de Tina Turner para sanar discussões, relata um encontro inesperado com Francisco Louçã na discoteca Lux, mostra profundas afinidades com a música de Samuel Úria e recorda um concerto dos Air que viu ao lado de Bruno Nogueira. Fernando Alvim, 50 anos recém-completos, é o convidado da semana do Posto Emissor, numa edição onde foi igualmente impossível não falar do Festival da Eurovisão

Margarida Campelo: “A minha mãe era a Leopoldina. E eu cantava: ‘Bem-vindos ao mundo encantado...’ Chegava à escola e dizia: ‘sabes quem canta isto? Sou eu!’”
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Os mais ouvidos de 2026, com António Manuel Ribeiro: “Num dia de concerto, um músico disse-me: ‘Tó, tens de me emprestar uma guitarra porque vendi a minha esta noite.’ A heroína entrou nos UHF”
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“Não sou menos artista por ser feliz. O lado negro da Milhanas ainda existe mas o caminho agora é outro”
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