Quinze anos após o retumbante sucesso obtido com o álbum homónimo, o supergrupo Amália Hoje, que junta Nuno Gonçalves e Sónia Tavares dos The Gift, a Fernando Ribeiro, dos Moonspell, e ao cantor e compositor Paulo Praça, regressou aos palcos para, uma vez mais, reinterpretar as canções de Amália Rodrigues através de uma lente pop. No Posto Emissor, Nuno e Fernando explicaram o que esteve na génese deste regresso, que passará no início de março por concertos nos Coliseus de Lisboa e do Porto, e que se materializará também num novo álbum. A dupla recordou também algumas das melhores histórias do “país real” que descobriram.

Iolanda: “Estou a cantar o hino de mão dada com o Vitorino na Supertaça e começo a pensar: ‘e se for parar ao Extremamente Desagradável?’”
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Margarida Campelo: “A minha mãe era a Leopoldina. E eu cantava: ‘Bem-vindos ao mundo encantado...’ Chegava à escola e dizia: ‘sabes quem canta isto? Sou eu!’”
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Os mais ouvidos de 2026, com António Manuel Ribeiro: “Num dia de concerto, um músico disse-me: ‘Tó, tens de me emprestar uma guitarra porque vendi a minha esta noite.’ A heroína entrou nos UHF”
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