Com um livro de crónicas acabado de editar, Capicua está no Posto Emissor desta semana. Dois anos e meio depois de ter sido a primeira convidada do podcast da BLITZ, a rapper falou sobre o que “a tribo” do hip-hop do Porto, nos anos 90, lhe ensinou; a importância do feminismo e a experiência da maternidade, revelando ainda a primeira rima que fez, em criança. A homenagem a Taylor Hawkins, a estreia do Meo Kalorama e o novo disco de Salvador Sobral são outros temas.

Iolanda: “Estou a cantar o hino de mão dada com o Vitorino na Supertaça e começo a pensar: ‘e se for parar ao Extremamente Desagradável?’”
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Margarida Campelo: “A minha mãe era a Leopoldina. E eu cantava: ‘Bem-vindos ao mundo encantado...’ Chegava à escola e dizia: ‘sabes quem canta isto? Sou eu!’”
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Os mais ouvidos de 2026, com António Manuel Ribeiro: “Num dia de concerto, um músico disse-me: ‘Tó, tens de me emprestar uma guitarra porque vendi a minha esta noite.’ A heroína entrou nos UHF”
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