Branko é o convidado desta semana do Posto Emissor, o podcast da BLITZ. O fundador dos Buraka Som Sistema, cujo verdadeiro nome é João Barbosa, fala-nos sobre o terceiro álbum de estúdio, “OBG” (lê-se obrigado), que chega esta sexta-feira e é encarado por si como um disco de agradecimento ao público que o acompanhou ao longo dos anos. A música que ouvia, e os concertos que viu, quando era mais novo, a importância de ter artistas portugueses em lugares de destaque nos festivais de verão, as ideias preconcebidas que o público tem do trabalho dos DJs e, inevitavelmente, a possibilidade de os Buraka Som Sistema regressarem aos palcos foram outros assuntos abordados na conversa com Branko.

Margarida Campelo: “A minha mãe era a Leopoldina. E eu cantava: ‘Bem-vindos ao mundo encantado...’ Chegava à escola e dizia: ‘sabes quem canta isto? Sou eu!’”
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Os mais ouvidos de 2026, com António Manuel Ribeiro: “Num dia de concerto, um músico disse-me: ‘Tó, tens de me emprestar uma guitarra porque vendi a minha esta noite.’ A heroína entrou nos UHF”
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“Não sou menos artista por ser feliz. O lado negro da Milhanas ainda existe mas o caminho agora é outro”
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