A poucos dias de um concerto a solo e ao piano em Matosinhos, a “artivista” brasileira Bia Ferreira vem ao Posto Emissor falar sobre as canções do álbum “Faminta”, a complicada relação entre Brasil e Portugal, o racismo sistémico ou a forma como a religião lida com pessoas LGBTQIA+. No podcast da BLITZ, antecipamos o festival MEO Kalorama e o concerto de Björk e falamos sobre entrevistas que fizemos a Tim Bernardes e Ornatos Violeta

Iolanda: “Estou a cantar o hino de mão dada com o Vitorino na Supertaça e começo a pensar: ‘e se for parar ao Extremamente Desagradável?’”
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Margarida Campelo: “A minha mãe era a Leopoldina. E eu cantava: ‘Bem-vindos ao mundo encantado...’ Chegava à escola e dizia: ‘sabes quem canta isto? Sou eu!’”
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Os mais ouvidos de 2026, com António Manuel Ribeiro: “Num dia de concerto, um músico disse-me: ‘Tó, tens de me emprestar uma guitarra porque vendi a minha esta noite.’ A heroína entrou nos UHF”
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