Entre a mudança para Portugal, o desafio de integrar uma nova novela da SIC e a gestão da vida familiar, a atriz brasileira Vanessa Giácomo descreve um momento de transformação vivido com entusiasmo e assente numa filosofia de constante reinvenção: “Eu, como artista, quero sempre algo novo, diferente, que me movimente, que me faça o coração bater mais forte”. A chegada a Portugal — que descreve como “um país que eu amo” — significa, para Giácomo, um reencontro com uma cultura na qual se sente próxima e um terreno fértil para novas relações profissionais, destacando a recepção calorosa de colegas como Cláudia Vieira.
Mas é no território íntimo que a atriz mais se expõe, revisitando memórias da mãe, cuja morte precoce permanece como cicatriz e guia emocional: “A minha mãe sempre me colocou no lugar de ter muita confiança”, recorda, explicando como essa herança molda hoje a mãe que procura ser. Na sua profissão, assume-se disciplinada e crítica, mas sempre aberta à escuta e ao erro, defendendo que o equilíbrio entre elogio e crítica é essencial para o crescimento artístico. Apesar da fama consolidada, Vanessa orgulha-se, sobretudo, de “não ter mudado o meu jeito de ser por nada”.
O Alta Definição foi exibido na SIC a 31 de janeiro.

Diogo Batáguas: “Tudo o que faço é contraproducente para o meu bem-estar. Antes de entrar em palco, seja para 30 ou 5 mil pessoas, é uma angústia”
47:59

Dina Aguiar: “Orgulho-me de ter uma carreira limpa, de não ter cedido a tentações. Tive convites políticos, mas fui sempre fiel ao público”
46:53

Carlos M. Cunha: “Quando não tens nada, não tens nada a perder. Foi quando me senti mais livre, não ser escravo de coisa nenhuma. Esse foi o maior ensinamento que tive”
57:48