Entre memórias de infância, desafios familiares, lutas contra dependências e episódios de violência, Lena fala sobre o envelhecimento, o amor, a maternidade e a importância da autenticidade. Recorda a infância no bairro de Santa Cruz, onde cresceu, a figura do pai, um ídolo do futebol, ensinou-a a nadar, andar de bicicleta e jogar pingue-pongue. A influência da mãe, uma mulher católica progressista, impôs disciplina e pontualidade, valores que Lena mantém até hoje. Fala abertamente sobre a sua luta contra as drogas nos anos 90. Descreve como conseguiu superar essa fase difícil com a ajuda de amigos e familiares. Lena nunca precisou de pedir dinheiro emprestado, pois sempre trabalhou muito, especialmente com “As Canções do Século”. Mas em termos de gastos, refere que gastou em droga o equivalente ao preço do seu apartamento. O amor partilhado com o público nos concertos é a sua luz e luz que transcende a fama e as palmas.

Marcelo Rebelo de Sousa em 2019: “Sou responsável como Presidente mesmo do que não depende diretamente de mim, sou um pouco responsável moral. Bate-me na consciência”
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João Braga: “Passei o Natal de 74 sozinho, com um filho acabado de nascer e impedido de o conhecer. Naquele momento passei mal”
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Sofia Alves: “Só a palavra 'tumor' já te assusta. E a médica disse-me: 'Vai ser operada de urgência, já amanhã, e é para tirar tudo'. Foram 10 dias do maior sofrimento que se possa imaginar”
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