Entre memórias de infância, desafios familiares, lutas contra dependências e episódios de violência, Lena fala sobre o envelhecimento, o amor, a maternidade e a importância da autenticidade. Recorda a infância no bairro de Santa Cruz, onde cresceu, a figura do pai, um ídolo do futebol, ensinou-a a nadar, andar de bicicleta e jogar pingue-pongue. A influência da mãe, uma mulher católica progressista, impôs disciplina e pontualidade, valores que Lena mantém até hoje. Fala abertamente sobre a sua luta contra as drogas nos anos 90. Descreve como conseguiu superar essa fase difícil com a ajuda de amigos e familiares. Lena nunca precisou de pedir dinheiro emprestado, pois sempre trabalhou muito, especialmente com “As Canções do Século”. Mas em termos de gastos, refere que gastou em droga o equivalente ao preço do seu apartamento. O amor partilhado com o público nos concertos é a sua luz e luz que transcende a fama e as palmas.

”Ia duas vezes por dia à Renascença à procura de emprego. A secretária dizia sempre: 'Um dia ainda vais entrar'. A D. Filomena ajudou-me muito”
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Bernardo Silva: “Hoje em dia o futebol evoluiu tanto que o talento é só uma pequena parte do que é ser um futebolista”
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João Bettencourt: “Queria ser professor, piloto, cozinheiro. Até que Deus me indicou o caminho e disse para ir experimentar figuração”
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