Armindo Monteiro (CIP) lamenta decisão da CGTP numa altura em que negociações ainda decorrem. Tiago Oliveira (CGTP) frisa que linhas vermelhas da intersindical mantém-se inalteradas no documento.

Lei laboral: "O que começa torto, dificilmente se endireita"
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De "cedência em cedência" até a uma "oportunidade perdida"?
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Depois das cedências da CIP, reforma laboral vale a pena?
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