Um ano após o rompimento da barragem de rejeitos de minérios na cidade de Brumadinho, em Minas Gerais, o que se encontra é um lugar que adoeceu, como se a alma de seus habitantes fosse levada junto com a lama. 270 pessoas morreram e 11 estão desaparecidas, para quem ficou a sensação é de impunidade e de vazio deixado pelos entes queridos, vítimas da empresa responsável pela barragem e da fiscalização branda das autoridades responsáveis. Jovens, adultos e crianças sofrem com doenças psiquiátricas adquiridas com o trauma da tragédia e não há certeza sobre o futuro dessas pessoas.
Na edição de hoje, a repórter do Estadão Giovana Girardi, que passou uma semana em Brumadinho, apresenta relatos, sensações, sentimentos e todo o ambiente que viveu em uma cidade que ainda não se recuperou da tragédia, e que está longe de se recuperar.

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