No “Estadão Analisa” desta sexta-feira, 27, Carlos Andreazza fala sobre a autorização do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça para a quebra dos sigilos bancários, fiscais e telemáticos de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha. A decisão foi tomada antes da sessão desta quinta-feira, 26, da CPI do INSS, quando foi aprovada a quebra dos sigilos bancário e fiscal do filho mais velho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
A quebra de sigilos bancário e fiscal do Lulinha remete aos piores momentos da longa carreira política do pai, o presidente Lula − mensalão, Lava Jato e prisão – e desaba sobre a campanha da reeleição justamente quando o senador Flávio Bolsonaro se firma e ganha fôlego como o principal candidato da oposição. Quanta poeira, ou lama, pode sair daí?
Afinal, Lula está virtualmente reeleito? É o mais forte candidato, mas a resposta, nua e crua, é que não. Se as pesquisas até aqui capturavam o favoritismo do presidente, começam a registrar que não é bem assim e a campanha vai ser uma pedreira, ainda mais difícil do que a de 2022, que ele venceu já por margem bem apertada.
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O 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. Também disponível no agregador de podcasts de sua preferência.
Apresentação: Carlos Andreazza
Edição/Produção: Jefferson Perleberg
Coordenação: Renan Pagliarusi

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