O que o Brasil aprendeu nas eleições das fake news? O balanço após um processo profundo, doloroso e histórico não é uma questão fechada. As primeiras pistas indicam que o País sai fortalecido, porém ferido e cheio de lições de casa para fazer. Além do suposto envolvimento de empresas na compra de pacotes de disparos em massa de mensagens no WhatsApp para atingir partidos, o debate foi marcado pela agressividade na produção de informações camufladas de notícias.
A presidente do Instituto para o Desenvolvimento do Jornalismo (Projor), Angela Pimenta, conecta fake news a um problema global: “Se a mentira com fins eleitorais pode ser comparada a lixo, a poluição digital, nós estamos diante de um fenômeno cujo tamanho talvez possa ser comparado ao aquecimento global. E os momentos de pico são justamente as campanhas eleitorais”.
Ainda nesta edição, Jamil Chade, correspondente do Estadão em Genebra, na Suíça, revela como a Europa enfrenta o problema ao banir o termo fake news dos documentos oficiais do governo britânico.

Andreazza: ‘O articulista Dino e o recado de Fachin a Gilmar e Moraes’ | Estadão Analisa
49:48

Moraes aplica direito xandônico para governar, mais uma vez | Estadão Analisa
57:53

Start #428 com Daniel Gonzales: O cérebro artificial da área fiscal - a nova era da automação começou
20:36